{"id":11016,"date":"2023-10-27T13:36:30","date_gmt":"2023-10-27T13:36:30","guid":{"rendered":"https:\/\/le.com.br\/blog\/?p=11016"},"modified":"2023-10-27T13:36:31","modified_gmt":"2023-10-27T13:36:31","slug":"analepse-prolepse-flashback-flashfoward","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/le.com.br\/blog\/analepse-prolepse-flashback-flashfoward\/","title":{"rendered":"Analepse, prolepse, flashback, flashfoward: voc\u00ea sabe o que s\u00e3o?"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Quando lemos uma hist\u00f3ria, na verdade, estamos apenas vendo um recorte dela. Ou seja, aquilo que o autor escolheu nos mostrar. \u00c9 a\u00ed que podem aparecer a analepse, a prolepse, o flashback e o flashfoward.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Esses s\u00e3o <a href=\"https:\/\/le.com.br\/blog\/estruturas-narrativas\/\">recursos narrativos<\/a> que, certamente, j\u00e1 apareceram em um monte de livros que voc\u00ea leu, filmes, s\u00e9ries e novelas que assistiu. Mesmo que voc\u00ea nunca tenha ouvido falar nesses termos.<\/p>\n\n\n\n<p>Toda narrativa, deliberadamente, privilegia certas passagens, ao passo que diminui ou at\u00e9 omite outras. Cabe <a href=\"https:\/\/le.com.br\/blog\/tipos-de-narrador\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ao narrador<\/a> decidir que pontos merecem maior ou menor relev\u00e2ncia e de que forma eles ser\u00e3o contados.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-cover is-light\"><span aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-cover__background has-background-dim-30 has-background-dim\"><\/span><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"975\" height=\"641\" class=\"wp-block-cover__image-background wp-image-11024\" alt=\"Menina lendo livro, sentada no ch\u00e3o da biblioteca, rodeada de estantes. A menina que matou o gato, p\u00e1gina 8. Imagem ilustrativa texto analepse, prolepse, flashback, flashfoward. \" src=\"https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/A-menina-que-matou-o-gato-pagina-8.png\" style=\"object-position:54% 67%\" data-object-fit=\"cover\" data-object-position=\"54% 67%\" srcset=\"https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/A-menina-que-matou-o-gato-pagina-8.png 975w, https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/A-menina-que-matou-o-gato-pagina-8-300x197.png 300w, https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/A-menina-que-matou-o-gato-pagina-8-768x505.png 768w\" sizes=\"(max-width: 975px) 100vw, 975px\" \/><div class=\"wp-block-cover__inner-container is-layout-flow wp-block-cover-is-layout-flow\">\n<p class=\"has-text-align-left has-white-color has-text-color has-large-font-size\"><strong><sub><sup>Por exemplo, pense que voc\u00ea est\u00e1 lendo uma cena que descreve um momento cr\u00edtico. A\u00ed, antes de contar o que acontece em seguida, o livro faz uma pausa para mostrar a sequ\u00eancia de complica\u00e7\u00f5es que levaram at\u00e9 aquele ponto.<\/sup><\/sub><\/strong><\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Quais s\u00e3o os tipos de tempos narrativos?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Antes de falarmos sobre analepse, prolepse, flashback e flashfoward, \u00e9 preciso entender alguns conceitos liter\u00e1rios sobre tempo.<\/p>\n\n\n\n<ul>\n<li><strong>Tempo hist\u00f3rico \u2013<\/strong> Situa o leitor no contexto em que a hist\u00f3ria se passa: no mundo atual, durante um evento passado recente, no futuro, na idade m\u00e9dia, no Jap\u00e3o feudal&#8230;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tempo cronol\u00f3gico \u2013<\/strong> Aqui, os eventos aparecem da forma mais direta poss\u00edvel. O leitor entende a sequ\u00eancia em que os fatos ocorrem e como eles se desenrolam.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tempo psicol\u00f3gico \u2013<\/strong> A percep\u00e7\u00e3o sobre a passagem do tempo \u00e9 subjetiva. Certas coisas demoram uma eternidade e outras s\u00e3o mais breves do que o normal.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tempo do discurso \u2013<\/strong> \u00c9 a forma e o ritmo com que o narrador conta sobre os acontecimentos. Assim, ele cria suspense e expectativas para engajar o leitor.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Como analepse, prolepse, flashback e flashfoward ocorrem?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Para tornar uma hist\u00f3ria mais envolvente, a ordem dos quatro tipos de tempos narrativos acima pode ser manipulada, misturada ou trocada. Ficou confuso? Bem, vamos entender melhor sobre isso com alguns exemplos abaixo.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Analepse<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Aqui, coisas que ocorreram no passado aparecem na forma de falas ou pensamentos. Ou seja, o narrador ou personagem faz refer\u00eancia a algo que, naquele ponto, j\u00e1 aconteceu. Ainda assim, a cena se passa no presente.<\/p>\n\n\n\n<p>Exemplo:<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-cover is-light\"><span aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-cover__background has-background-dim-30 has-background-dim\"><\/span><img decoding=\"async\" width=\"864\" height=\"578\" class=\"wp-block-cover__image-background wp-image-11022\" alt=\"Mulher sentada, com cachorro no colo, e dois meninos deitados em redes. O jardim de pipocas, p\u00e1gina 23. Imagem ilustrativa texto analepse, prolepse, flashback, flashfoward.\" src=\"https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/O-jardim-de-pipocas-pagina-23.png\" style=\"object-position:60% 0%\" data-object-fit=\"cover\" data-object-position=\"60% 0%\" srcset=\"https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/O-jardim-de-pipocas-pagina-23.png 864w, https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/O-jardim-de-pipocas-pagina-23-300x201.png 300w, https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/O-jardim-de-pipocas-pagina-23-768x514.png 768w\" sizes=\"(max-width: 864px) 100vw, 864px\" \/><div class=\"wp-block-cover__inner-container is-layout-flow wp-block-cover-is-layout-flow\">\n<p class=\"has-white-color has-text-color\"><em><strong>\u201cA hora do debulhar do milho era sempre o momento de contar hist\u00f3rias. Momento de calma traduzido em afetos, ela escolheu uma das lendas de Omolu.<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color\"><em><strong>\u2014 A lenda que vou contar \u00e9 a de Omolu e foi trazida da \u00c1frica pelo povo negro que aqui foi escravizado.\u201d<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color\"><strong>(Trecho do livro <em>O jardim de pipocas<\/em>)<\/strong><\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Prolepse<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Nesse caso, a refer\u00eancia \u00e9 ao que ainda est\u00e1 para acontecer. Os personagens t\u00eam um objetivo ou foco. Eles elaboram planos e previs\u00f5es sobre o que deve ser feito para que o seu destino se confirme ou mude.<\/p>\n\n\n\n<p>Exemplo:<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-cover is-light\"><span aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-cover__background has-background-dim-30 has-background-dim\"><\/span><img decoding=\"async\" width=\"997\" height=\"639\" class=\"wp-block-cover__image-background wp-image-11020\" alt=\"Homem e mulher apaixonados, no inverno. Aquilo que n\u00e3o se v\u00ea, p\u00e1gina 11. Imagem ilustrativa texto analepse, prolepse, flashback, flashfoward.\" src=\"https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Aquilo-que-nao-se-ve-pagina-11.png\" style=\"object-position:71% 100%\" data-object-fit=\"cover\" data-object-position=\"71% 100%\" srcset=\"https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Aquilo-que-nao-se-ve-pagina-11.png 997w, https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Aquilo-que-nao-se-ve-pagina-11-300x192.png 300w, https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Aquilo-que-nao-se-ve-pagina-11-768x492.png 768w\" sizes=\"(max-width: 997px) 100vw, 997px\" \/><div class=\"wp-block-cover__inner-container is-layout-flow wp-block-cover-is-layout-flow\">\n<p class=\"has-white-color has-text-color\"><em><strong>\u201cGenilda sonha em ir para a capital, ganhar muito dinheiro, ser muito rica, casar com homem lindo, mas n\u00e3o quer ter filhos. Deseja conhecer os Estados Unidos e, se poss\u00edvel, morar l\u00e1. Seus sonhos s\u00e3o um tanto fora da realidade, tipo: \u2018N\u00e3o t\u00f4 nem a\u00ed, mas acho que o imposs\u00edvel pode acontecer\u2019.\u201d<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color\"><strong>(Trecho do livro <em>Aquilo que n\u00e3o se v\u00ea<\/em>)<\/strong><\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Flashback<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A hist\u00f3ria progride at\u00e9 um ponto que quebra o tempo cronol\u00f3gico. A partir da\u00ed, o leitor \u00e9 levado a uma cena completa no passado, explicando ou revelando a causa do que acontecer\u00e1 em seguida, no presente.<\/p>\n\n\n\n<p>Exemplo:<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-cover is-light\"><span aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-cover__background has-background-dim-30 has-background-dim\"><\/span><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1004\" height=\"633\" class=\"wp-block-cover__image-background wp-image-10985\" alt=\"Menina e menino fazendo pesquisa no computador. O M\u00e3o de Veludo, p\u00e1gina 11.\" src=\"https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/O-Mao-de-Veludo-pagina-11.png\" style=\"object-position:50% 0%\" data-object-fit=\"cover\" data-object-position=\"50% 0%\" srcset=\"https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/O-Mao-de-Veludo-pagina-11.png 1004w, https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/O-Mao-de-Veludo-pagina-11-300x189.png 300w, https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/O-Mao-de-Veludo-pagina-11-768x484.png 768w\" sizes=\"(max-width: 1004px) 100vw, 1004px\" \/><div class=\"wp-block-cover__inner-container is-layout-flow wp-block-cover-is-layout-flow\">\n<p class=\"has-white-color has-text-color\"><em>\u201c<strong>O ano de 1968 j\u00e1 ia pela metade.<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color\"><em><strong>No Brasil, a pe\u00e7a Roda Viva, de Chico Buarque e Jos\u00e9 Celso Martinez Corr\u00eaa, inaugurava o \u201cteatro de agress\u00e3o\u201d; a m\u00fasica Soy Loco Por Ti, Am\u00e9rica, de Gilberto Gil e Capinam, era cantada em todo o pa\u00eds.\u201d<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color\"><strong>(Trecho do livro <em>O M\u00e3o de Veludo<\/em>)<\/strong><\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Flashfoward<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A cena apresenta uma vis\u00e3o do futuro, como um vidente faria. Ou seja, a quebra temporal mostra o que ainda vai ou pode ocorrer, funcionando como um alerta ou sobreaviso sobre algo importante para a narrativa.<\/p>\n\n\n\n<p>Exemplo:<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-cover is-light has-white-color has-text-color\"><span aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-cover__background has-background-dim-30 has-background-dim\"><\/span><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"588\" class=\"wp-block-cover__image-background wp-image-11019\" alt=\"Foto da Floresta Amaz\u00f4nica, com deserto ao fundo. Ainda uma flor resta, p\u00e1gina 11. Imagem ilustrativa texto analepse prolepse flashback flashfoward.\" src=\"https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Ainda-uma-flor-resta-pagina-11-1024x588.png\" style=\"object-position:58% 72%\" data-object-fit=\"cover\" data-object-position=\"58% 72%\" srcset=\"https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Ainda-uma-flor-resta-pagina-11-1024x588.png 1024w, https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Ainda-uma-flor-resta-pagina-11-300x172.png 300w, https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Ainda-uma-flor-resta-pagina-11-768x441.png 768w, https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Ainda-uma-flor-resta-pagina-11.png 1125w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><div class=\"wp-block-cover__inner-container is-layout-flow wp-block-cover-is-layout-flow\">\n<p><em><strong>\u201cA primeira vez que ouvi falar que o deserto da Amaz\u00f4nia tinha sido uma enorme floresta foi numa aula de Hist\u00f3ria. A professora mostrou imagens antigas, de s\u00e9culos passados, que a gente mesmo nem p\u00f4de acreditar no que estava vendo.\u201d<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>(Trecho do livro <em>Ainda uma flor resta<\/em>)<\/strong><\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Analepse, prolepse, flashback, flashfoward e outros conceitos&#8230;<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>As possibilidades da literatura parecem ser infinitas, n\u00e3o \u00e9 mesmo? E tem muito mais aqui no blog. \u00c9 s\u00f3 dar uma vasculhada!<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCag1AiVC1X-CaMDeflGdVpA?sub_confirmation=1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"705\" height=\"411\" src=\"https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Bonequinha-e-YouTube-3.jpg\" alt=\"YouTube @GrupoLe\" class=\"wp-image-9916\" style=\"aspect-ratio:1.7153284671532847;width:240px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Bonequinha-e-YouTube-3.jpg 705w, https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Bonequinha-e-YouTube-3-300x175.jpg 300w, https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Bonequinha-e-YouTube-3-600x350.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 705px) 100vw, 705px\" \/><\/a><\/figure><\/div>\n\n\n<p>E voc\u00ea, entendeu o que \u00e9 analepse, prolepse, flashback e flashfoward? Para mais dicas sobre o rico universo liter\u00e1rio, conhe\u00e7a o canal do Grupo L\u00ea no YouTube.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando lemos uma hist\u00f3ria, na verdade, estamos apenas vendo um recorte dela. Ou seja, aquilo que o autor escolheu nos mostrar. \u00c9 a\u00ed que podem aparecer a analepse, a prolepse, o flashback e o flashfoward. 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