{"id":3396,"date":"2021-12-06T19:14:14","date_gmt":"2021-12-06T19:14:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.le.com.br\/blog\/?p=3396"},"modified":"2021-12-20T14:31:05","modified_gmt":"2021-12-20T14:31:05","slug":"anderson-de-oliveira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/le.com.br\/blog\/anderson-de-oliveira\/","title":{"rendered":"Anderson de Oliveira, escritor e amante da literatura"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/anderson-de-oliveira.jpg\" alt=\"Escritor Anderson de Oliveira.\" class=\"wp-image-3399\" width=\"205\" height=\"250\" srcset=\"https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/anderson-de-oliveira.jpg 450w, https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/anderson-de-oliveira-245x300.jpg 245w\" sizes=\"(max-width: 205px) 100vw, 205px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>\u201cA gente vive em tempos de objetividade, de produ\u00e7\u00e3o, de pontualidade. Poucas vezes a gente incentiva o imagin\u00e1rio, o fant\u00e1stico, o encantamento.\u201d A constata\u00e7\u00e3o \u00e9 do escritor Anderson de Oliveira.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ele diz que a realidade oferece <a href=\"http:\/\/www.le.com.br\/blog\/formas-de-arte\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">v\u00e1rias possibilidades de vis\u00e3o<\/a>: \u201cO trabalho do artista \u00e9 esse: como vejo o real.\u201d O autor acredita que isso n\u00e3o \u00e9 se perder da realidade. Pelo contr\u00e1rio, \u201ca gente a engrandece quando d\u00e1 esse tom colorido\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse belo-horizontino n\u00e3o s\u00f3 \u00e9 um autor brilhante, mas tamb\u00e9m um apreciador da arte liter\u00e1ria. Por isso, est\u00e1 sempre <a href=\"http:\/\/www.le.com.br\/blog\/literatura-no-cotidiano\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">participando de projetos<\/a>, como antologias, e de c\u00edrculos liter\u00e1rios, como o <em>Leitura para todos<\/em>, da UFMG.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Conhe\u00e7a, brevemente, a trajet\u00f3ria de Anderson de Oliveira<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Algumas de suas obras foram selecionadas para o Cat\u00e1logo da Feira de Bolonha. O evento anual \u00e9 o mais importante do mundo no setor infantojuvenil.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Anderson de Oliveira aconselha aos escritores in\u00e9ditos que querem se inserir no mercado editorial que tenham ousadia e tentem todas as vias. \u201cSe ele escrever e colocar na gaveta, o caminho vai parar a\u00ed.\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O pr\u00f3prio autor, por exemplo, encaminhou seus primeiros textos para editoras e ve\u00edculos relacionados \u00e0 literatura, al\u00e9m de inscrev\u00ea-lo em v\u00e1rios concursos.<\/p>\n\n\n\n<p>Logo no primeiro livro, <em>P\u00e1 &amp; pedra<\/em>, foi ganhador do <em>Concurso Nacional de literatura<\/em> <em>Jo\u00e3o de Barro <\/em>de 2000. Ainda assim, depois de uma longa trajet\u00f3ria, o t\u00edtulo s\u00f3 seria publicado pela Editora L\u00ea em 2008.<\/p>\n\n\n\n<p>Seu livro<em> <em>Dona Feia<\/em> <\/em>fez parte do Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE). Essa \u00e9 uma pol\u00edtica federal de distribui\u00e7\u00e3o de livros liter\u00e1rios e outros materiais para o acervo das bibliotecas de escolas p\u00fablicas.<\/p>\n\n\n\n<p>Enquanto <em>P\u00e1 &amp; pedra<\/em> foca no universo masculino, <em>Dona Feia<\/em> \u00e9 mais voltado para o feminino. Os doisfazem parte da trilogia <em>Interiores<\/em>, sobre o universo familiar. O terceiro volume ainda n\u00e3o saiu e aborda o mundo dos irm\u00e3os.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Livros de Anderson de Oliveira<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Para Anderson de Oliveira, escrever \u00e9, sim, um ato solit\u00e1rio, mas com desmembramentos que ampliam o <a href=\"https:\/\/www.le.com.br\/blog\/campos-de-experiencia-da-bncc\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">nosso contato com o mundo<\/a>. Ele acredita na literatura como uma forma de nos relacionarmos.<\/p>\n\n\n\n<p>O autor defende ainda que \u201ca literatura tem que nascer do desejo e, enquanto houver esse desejo, n\u00f3s temos que produzir.\u201d Confira algumas de suas obras.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignright size-large is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/A-B-Z...-bicho-pagina-20.png\" alt=\"B\u00fafalo, macaco na \u00e1rvore com celular, le\u00e3o, veado, girafa, tigre e elefante. A, B, Z... bicho, p\u00e1gina 20. Imagem ilustrativa texto Anderson de Oliveira.\" class=\"wp-image-3401\" width=\"204\" height=\"256\" srcset=\"https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/A-B-Z...-bicho-pagina-20.png 461w, https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/A-B-Z...-bicho-pagina-20-239x300.png 239w\" sizes=\"(max-width: 204px) 100vw, 204px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong><em><a href=\"https:\/\/loja.le.com.br\/livro-infantil\/a-b-z-bicho\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A, B, Z&#8230; bicho<\/a><\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Em poemas ora l\u00edricos e reflexivos, ora brejeiros e inusitados, Anderson de Oliveira lida muito bem com alitera\u00e7\u00f5es, asson\u00e2ncias e jogos de palavras. O leitor entra no universo dos bichos, com cad\u00eancia e emo\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong><em><a href=\"https:\/\/loja.le.com.br\/livro-juvenil\/pa-pedra\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1 &amp; pedra<\/a><\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Hist\u00f3rias que marcaram as viv\u00eancias dos habitantes de uma cidade do interior. No final, o narrador conta sua hist\u00f3ria de filho de novo ch\u00e3o \u2013 mais liso e escorregadio \u2013 e do valor das lembran\u00e7as como alicerce da narrativa.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong><em><a href=\"https:\/\/loja.le.com.br\/livro-infantil\/a-lenda-dos-dinossauros\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A lenda dos dinossauros<\/a><\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Ao contemplar a paisagem, um velho \u00edndio se deixa levar por lembran\u00e7as de cenas perdidas num tempo de n\u00e3o se sabe quando. Os dinossauros ficaram eternizados nas rochas e parecem contar as hist\u00f3rias de suas vidas no planeta.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Dona-Feia-pagina-17.png\" alt=\"Mulher segurando v\u00e1rias bonecas. Dona Feia, p\u00e1gina 17. Imagem ilustrativa texto Anderson de Oliveira.\" class=\"wp-image-3402\" width=\"204\" height=\"240\" srcset=\"https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Dona-Feia-pagina-17.png 846w, https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Dona-Feia-pagina-17-254x300.png 254w, https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Dona-Feia-pagina-17-768x909.png 768w, https:\/\/le.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Dona-Feia-pagina-17-600x710.png 600w\" sizes=\"(max-width: 204px) 100vw, 204px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong><em><a href=\"https:\/\/loja.le.com.br\/livro-juvenil\/dona-feia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Dona Feia<\/a><\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Uma senhora vive num casebre rodeado de milharal. A vizinhan\u00e7a a chama de bruxa, velha e louca, e inventa hist\u00f3rias sobre ela. No entanto, \u00e9 ela quem salva o povoado, que padecia com uma seca avassaladora.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong><em><a href=\"https:\/\/loja.le.com.br\/livro-infantojuvenil\/sete-saias-de-filo\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sete saias de fil\u00f3<\/a><\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Com linguagem simb\u00f3lica e bem cuidada, Anderson de Oliveira aborda dramas humanos como: moradia prec\u00e1ria, desigualdade social, zombaria, artimanha, hipocrisia, resist\u00eancia e determina\u00e7\u00e3o de assumir o pr\u00f3prio caminho.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">&#8230; <strong>e quais s\u00e3o os livros preferidos de Anderson de Oliveira?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Em entrevista \u00e0 C\u00e2mara Mineira do Livro, o autor revelou algumas obras que foram significativas em sua vida. Em sua cabeceira, est\u00e3o <em>A lei do triunfo<\/em>, de Napoleon Hill, e os livros que comp\u00f5em a B\u00edblia.<\/p>\n\n\n\n<p>Ambos contemplam o sagrado e o profano, e mergulham o leitor nos mist\u00e9rios a serem desvendados pelo entendimento. Al\u00e9m disso, prop\u00f5em <a href=\"http:\/\/www.le.com.br\/blog\/esperanca-durante-a-pandemia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">reflex\u00f5es, atitudes e mudan\u00e7as<\/a>. Veja outras de suas respostas.<\/p>\n\n\n\n<ul><li><strong>Livro de inf\u00e2ncia:<\/strong>&nbsp; <em>O patinho feio<\/em>, de Hans Christian Andersen.<\/li><li><strong>O mais valioso:<\/strong><em> As mais belas hist\u00f3rias<\/em>, de L\u00facia Casasanta.<\/li><li><strong>\u00daltimo que leu:<\/strong> <em>Como curar um fan\u00e1tico<\/em>, de Am\u00f3s Oz.<\/li><li><strong>O que mais releu:<\/strong> <em>Ciganos<\/em>, de Bartolomeu Campos de Queir\u00f3s.<\/li><li><strong>Aquele que comprou e at\u00e9 hoje n\u00e3o leu:<\/strong> <em>Grande Sert\u00e3o: Veredas<\/em>, de Jo\u00e3o Guimar\u00e3es Rosa.<\/li><li><strong>Aquele que desistiu no meio do caminho:<\/strong> <em>I Ching \u2013 O livro das muta\u00e7\u00f5es<\/em>, de Richard Wilhelm.<\/li><li><strong>\u00daltimo que deu de presente: <\/strong><em>Holocausto brasileiro<\/em>, de Daniela Arbex.<\/li><li><strong>Aquele que emprestou, n\u00e3o foi devolvido, mas nunca esquecido:<\/strong> <em>Meus poemas preferidos<\/em>, de Manuel Bandeira.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-50 is-style-outline\"><a class=\"wp-block-button__link has-white-color has-vivid-red-background-color has-text-color has-background\" href=\"http:\/\/www.le.com.br\/contato\/\" style=\"border-radius:25px\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Preencha o formul\u00e1rio<\/strong><\/a><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-50 is-style-outline\"><a class=\"wp-block-button__link has-white-color has-text-color has-background\" href=\"http:\/\/api.whatsapp.com\/send?phone=5531997376292\" style=\"border-radius:25px;background-color:#2fa300\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Chame pelo WhatsApp<\/strong><\/a><\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p>Anderson de Oliveira reconhece na educa\u00e7\u00e3o uma ferramenta importante na forma\u00e7\u00e3o de novos leitores. Voc\u00ea concorda? Se sim, entre em contato! Juntos, selecionaremos os melhores t\u00edtulos para sua escola ou para sua casa.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cA gente vive em tempos de objetividade, de produ\u00e7\u00e3o, de pontualidade. Poucas vezes a gente incentiva o imagin\u00e1rio, o fant\u00e1stico, o encantamento.\u201d A constata\u00e7\u00e3o \u00e9 do escritor Anderson de Oliveira. 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